|

|
|
Título Original:
Arthur et les Minimoys
Gênero: Aventura
Tempo de Duração: 102 MIN.
Ano de Lançamento (França): 2006
Distribuição: MGM / The
Weinstein Company / TF1 / Europa Filmes
Direção: Luc Besson
Roteiro: Luc Besson
Produção: LUC Besson e
Emmanuel Prévost
Música: Eric Serra
Fotografia: Thierry
Arbogast
Desenho de Produção:
Hugues Tissandier
Direção de Arte: Patrice
Garcia e Philippe Rouchier
Figurino: Olivier Bériot
Efeitos Especiais: BUF
Elenco: Freddie Highmore, Mia
Farrow, Ron Crawford, Penny Balfour, David Bowie, Doug Rand, Adam
LeFevre, Barbara Kelsch, Mylène Farmer,
Madonna |
21 de
março
de 2007
ARTHUR E OS MINIMOYS
Luc Besson resgata a magia dos clássicos da animação
De
Branca de Neve a
Procurando Nemo, o cinema de
animação passou por uma grande metamorfose, digna de um encanto da fada
madrinha. A narrativa antes clássica, sempre com valores altruístas e
personagens que personificavam o "bem e o mal" deu lugar ao humor negro
(Tim Burton), ou até mesmo ao reflexo de uma família desacreditada (Os
Incríveis).
Em seu Arthur
e os Minimoys,
o cineasta francês Luc Besson quer apenas resgatar a magia dos
clássicos, mas contando com os modernos recursos visuais de hoje. Com
uma narrativa que mescla o live
action (atores de verdade) com animação 3D, o filme é
encantador. Baseado no livro de sua autoria, o diretor conta a história
de Arthur (Freddie Highmore) que para evitar a demolição da casa de sua
avó (Mia Farrow), busca a ajuda de pequenos seres que vivem em seu
jardim.
Segundo o seu avô, um tesouro de valor inestimável foi escondido no
mundo minúsculo dos Minimoys, a única forma que o garoto encontra de
salvar sua casa. Porém os Minimoys também correm perigo já que o
inescrupoloso Maltazard quer destruir a raça dos pequenos. Com a
companhia da Princesa Selena, por quem obviamente ele se apaixona,
Arthur parte para esta dupla jornada.
Minimoys...
foi feito para falar diretamente com as crianças de ontem e hoje. As
claras referências ao clássico Rei
Arthur e ao recente Harry
Potter confirmam a preocupação do diretor em fundir o velho
com o novo. Um roteiro inocente, trilha sonora com clima de fábula e
personagens carismáticos, e saímos da sala nostálgicos. Para os que se
indignarem pela aparente "falta de mensagem", constante nos filmes de
Besson, ela está bem próxima de você, ali atrás, no seu quintal...
Alex Oliveira
|