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Primeira Impressão |
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27 de
novembro
de 2007 Após O Expresso Polar Robert Zemeckis volta a surpreender com mais uma realização em computação gráfica, A Lenda de Beowulf. Passado em uma era mágica, oculta pela névoa do tempo, repleta de heróis e monstros, aventuras e valores, ouro e glória, o filme conta a história de Beowulf, um guerreiro que surge para salvar um antigo reino dinamarquês da aniquilação por uma criatura perversa. Em troca, este lendário viking de quase dois metros de altura, cheio de ousadia e ambição, assume o trono. Infelizmente livrar o reino dinamarquês da aniquilação não se resume em derrotar a criatura Grendel, mas sim, conseguir não cair nas tentações de sua sedutora mãe. Beowulf é então ludibriado pela tentação maligna e comete um dos maiores erros de sua vida, carregando por décadas um fardo nada agradável. Com excelente interpretação dos atores que deram as vozes e a captação dos movimentos, o filme em 3D levará o espectador ao delírio, pois, com um clima muito bonito e uma trilha, mais uma vez, competentíssima de Alan Silvestri, o longa se torna não apenas uma diversão, mas um verdadeiro poema cinematográfico.... ... Não é para menos, já que, Beowulf é o mais antigo poema épico a sobreviver na língua inglesa. Se a adaptação cinematográfica de Robert Zemeckis contém muito dos personagens e temas do poema – grandes monstros e heróis, o eterno conflito entre o Bem e o Mal, e a exploração, em vários níveis de profundidade, da natureza do valor e da glória –, decididamente não é a mesma história de Beowulf que os professores contam na escola. É sem sombra de dúvida um desses filmes que veio para disputar bilheteria e tem a minha total aprovação. Diversão garantida para adultos, pois, independente da animação este, definitivamente, não é um filme para crianças. A história comprova. Nenhum ser é capaz de resistir à Angelina Jolie! J
Lucas Vandanezi |
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