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PHILIPPE SARDE

por Tarso Ramos

Nascido em 21 de junho de 1945 em Neuilly-sur-Seine, França, Philippe Sarde foi encorajado por sua mãe, uma cantora de ópera, a seguir a carreira na música. Seu interesse pela música surgiu quando ainda tinha três anos, e começou a exercer uma força maior em sua vida. Então ele ingressou no Conservatório de Paris, onde foi aluno de Noel Gallon, e iniciou sua carreira escrevendo música para artistas populares da França nos anos 1960.

Quando foi convidado em 1969 para escrever a trilha sonora do filme Les Choses de la Vie (1970), de Claude Sautet, iniciou sua carreira como compositor de música para cinema e logo fez parcerias com respeitados diretores como Bertrand Tavernier, Georges Lautner, André Téchiné, Jacques Doillon, Roman Polanski e Alain Corneau.

Alguns filmes mais respeitados com os quais colaborou são: La Grande Bouffe (1973), Le Locataire (1976), Barocco (1976), Le Crabe-Tambour (1977), Une Histoire Simple (1978), Tess (1979), La Guerre du Feu (1981), Fort Saganne (1984), Pirates (1986), Les Innocents (1987), L’Ours (1988), La Fille de d’Artagnan (1994), Nelly et Monsieur Arnaud (1995), Lucie Aubrac (1996) e Le Bossu (1997).

Suas trilhas para o cinema francês contam com influências de jazz, assim como contam, muitas vezes, com participações de grandes músicos de jazz: Chet Baker, Stan Getz, Stephane Grappelli, Ron Carter entre outros. Sarde raramente compõe música para o cinema norte-americano. Em 1981 compôs a partitura do filme de terror Ghost Story, em 1989 escreveu a trilha para o filme Music Box. Em 1997 suas composições para Mad City foram rejeitadas, mas seu trabalho na França é muito respeitado e freqüentemente requisitado.

Philippe Sarde é irmão do respeitado produtor Alain Sarde que tem no seu currículo sucessos como The Pianist e Mulholland Drive.

Filmografia de Philippe Sarde, cortesia de Internet Movie Database

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