As Trilhas de Cinema

Desde o lançamento do site ScoreTrack.Net, era nossa intenção comentarmos o maior número possível de CDs de Jornada nas Estrelas/Star Trek. Porém, há tanto material composto para a TV e o cinema, e lançado em Compact Disc, que resolvemos tratar neste artigo apenas dos scores compostos para os filmes de cinema. Infelizmente, desde a popularização do CD, à exceção de uma coletânea organizada por Cliff Eidelman (The Astral Symphony) e da trilha de Insurrection, a maior parte destes discos não foi lançada no Brasil. Considerável parte da música de Star Trek foi lançada por Neil Norman e Mark Banning através de sua gravadora, GNP Crescendo Records. Para conferir a disponibilidade e preços dos títulos, bem como outros CDs de séries de ficção científica (de Irwin Allen, por exemplo), consulte regularmente seu catálogo online. No caso da GNP e da Varèse Sarabande, que não possuem subsidiárias ou contratos de distribuição no exterior, ainda se justifica a inexistência de lançamentos regulares por aqui. Mas e quanto às gravadoras Sony e MCA, que possuem alguns destes títulos em catálogo, porque não lançá-los no Brasil? Trekker verde-amarelo sofre... Mas vamos passar às trilhas:


Jornada nas Estrelas: O Filme (Jerry Goldsmith, 1979, Sony/Columbia) - a trilha de Goldsmith é uma obra-prima clássica, e certamente o melhor score de 1979 (apesar de o Oscar ter ido para A Little Romance, de Georges Delerue). Seguindo ao nascimento do fenômeno Star Wars, Goldsmith tomou a difícil decisão de criar um novo tema que de forma alguma fosse confundido com o da popular série de TV. Hoje, é difícil de se acreditar que Goldsmith teve dificuldades com o tema principal do filme, já que ele virou uma espécie de "hino" tanto para os filmes como para a série de TV da Next Generation. Dito isto, e já tendo ouvido o tema tantas vezes, é preciso reconhecer que nenhuma trilha Trek, desde então, apresentou tantas faixas e temas secundários de qualidade. O que de certa forma é de espantar, se considerarmos o cronograma apertado para a produção de Star Trek: The Motion Picture, que levou mesmo o compositor a buscar o auxílio do autor do tema original da série clássica, Alexander Courage, para auxiliá-lo na finalização das gravações. O tema para Ilia é talvez o mais injustamente menosprezado de toda a série. Abrindo a reedição do CD expandido da Sony, de 1999, o tema possui sensibilidade e romantismo adaptados à orquestra de forma nunca mais igualada na série. Ele é central para a trilha, com sua última performance em "Vejur Speaks", já ao final do filme. Star Trek: The Motion Picture apresenta uma suíte nos créditos finais, na forma estabelecida por  John Williams em Star Wars. Nela, o tema principal (que é o da Enterprise) e o de Ilia são reprisados, combinados de forma perfeita. O estilo sonoro único de Star Trek: The Motion Picture também pode ser atribuído à utilização de um grande e metálico instrumento chamado "Blaster Beam". Este instrumento é ouvido pela primeira vez  durante a seqüência dos Klingons, servindo como um  aviso extremamente efetivo do retorno da espaçonave Voyager... sem falar que o som aparentemente eletrônico é simplesmente genial. O "Beam" reapareceu em curtos trechos das trilhas de James Horner, e depois lamentavelmente foi esquecido. Por outro lado, na seqüência Klingon mencionada acima também surgiu a matriz para a música Klingon que viria em outros filmes, inclusive tornando-se o tema de Worf em Primeiro Contato e Insurreição. A remasterização digital da gravação, que já era excelente, aliada à qualidade da música, torna a reedição da Columbia Legacy uma experiência auditiva ímpar.

Jornada nas Estrelas II: A Ira de Khan (James Horner, 1982, GNP) - Segundo Horner, quando Nicholas Meyer contratou-o para compor a música para a antecipada primeira seqüência do controvertido Star Trek: The Motion Picture, a idéia era fazer uma trilha mais convencional, com um senso de aventura em alto-mar. Horner não usou a instrumentação eletrônica esparsa que Goldsmith empregou no original; entretanto, retornou com sucesso à introdução do tema de televisão de Alexander Courage. Sendo a trilha que impulsionou a carreira de Horner, TheWrath of Khan contém um grande número de "Hornerismos" que se repetiriam em trabalhos subseqüentes (por exemplo, as fanfarras que são idênticas às de Krull, Rocketeer e outros filmes...). A música de Wrath of Khan foi gravada por uma orquestra de 94 instrumentos, e a ênfase de Horner em metais cai muito bem ao filme, formando uma boa coreografia "náutica" com os visuais. Tematicamente falando, Wrath of Khan não é melhor que o original, mas possui temas extremamente criativos que culminam na inspirada faixa final  (quando nos é revelado que o esquife de Spock encontra-se intacto no Planeta Gênesis). A grandeza épica de A Ira de Khan a coloca entre as três melhores trilhas de Jornada nas Estrelas. O CD da GNP Crescendo inclui a voz de Leonard Nimoy citando as famosas palavras "Espaço, a Fronteira Final..." entre o epílogo e os créditos finais, mixadas em um nível caprichado. É um toque de classe para encerrar uma ótima trilha.

Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock (James Horner, 1984, GNP) - A trilha de Horner para The Search for Spock é pouco mais do que medíocre. O compositor tentou apresentar uma música mais elaborada para esta seqüência, e apesar de a orquestra soar melhor, o todo não possui o frescor do trabalho anterior. Alguns momentos de The Search for Spock são até mesmo mais impressionantes que The Wrath of Khan, porém há muitas faixas que são, simplesmente, monótonas. O score é "requentado" - não houve a introdução de nenhum grande novo tema, e nem os apresentados no filme anterior foram significativamente alterados. O tema Klingon empregado por Horner é uma inferior variação do equivalente de Goldsmith, basicamente um conjunto superficial de metais e percussão. O tema não ajuda muito a cena na qual a U.S.S. Grissom é destruída pela Ave de Rapina. Também não ajudam as longas versões do tema de Spock, ouvidas particularmente na metade do álbum. No lado positivo, Horner faz um melhor uso do tema de Courage: ouvimos até mesmo um trecho inteiro, além da conhecida fanfarra. O CD da GNP Crescendo de The Search for Spock, para horror de muitos fãs do compositor, contém uma desnecessária (e datada) versão pop/dance do tema principal.

Jornada nas Estrelas IV: A Volta para Casa (Leonard Rosenman, 1986, MCA) - O score mais atípico de todos, The Voyage Home de Rosenman até que engana no filme, mas decepciona no CD. Como esta trilha foi indicada para o Oscar é um mistério - foi mais uma daquelas indicações estranhas, ainda mais se considerarmos que nenhuma das trilhas Trek subseqüentes - e superiores - teve esta distinção. É aceitável que a música do quarto exemplar da franquia fosse diferente, dada a natureza mais leve e cômica do filme. Mas isto não justifica o enorme desvio que a trilha de Rosenman tomou, já que não apresenta qualquer semelhança com a música que ouvimos nos outros filmes. Há uma "falta de espírito" que é crucial para avaliarmos o trabalho de Rosenman. A música é leve demais, deslocada e orquestralmente desinteressante. Mesmo o tema de Alexander Courage, que poderia remediar a situação, é usado apenas um par de vezes. A orquestra é fraca, e o tema principal de Rosenman é mais adequado para um documentário do Discovery Channel sobre baleias. As 2 faixas do grupo "The Yellowjackets", utilizadas para exemplificar, com ritmos jazzísticos, a cultura pop dos anos 80, estendem-se por 10 minutos em um álbum com apenas 35 minutos de duração! Falta ação nas "músicas de ação" de Rosenman, e seu uso de ritmos russos na faixa de Chekov é tolo e desnecessário. Na verdade, o som mais memorável de todo o filme é o canto das baleias: a música, ao contrário, ruma em velocidade de dobra para o limbo. Sem dúvida alguma, a mais fraca trilha Trek já composta para o cinema. Ainda bem que, um par de anos depois, William Shatner telefonou para Goldsmith e recolocou (pelo menos musicalmente) as coisas no lugar.

Jornada nas Estrelas V: A Fronteira Final (Jerry Goldsmith, 1989, Sony) - Esta é talvez a trilha Trek mais injustiçada - provavelmente em virtude do fracasso do filme. Goldsmith trouxe de volta seu tema de Star Trek: The Motion Picture, que lhe valeu a indicação ao Oscar em 1979 e um Emmy em 1987 (pela série de TV da Nova Geração). Junto retornou o tema Klingon, ao lado de um novo tema dedicado a "Deus", desenvolvido na faixa "A Busy Man". Apesar das falhas do filme - que pelo menos tem bons momentos de camaradagem envolvendo a "Santíssima Trindade" (Kirk, Spock e McCoy),  a trilha separadamente é muito boa. Possui a característica qualidade Goldsmith:  metais pesados e envolventes, percussão eclética para os Klingons malvados, sintetizadores aqui e ali, e um cativante tema de cordas que faz milagres até no filme. As seqüências de ação são tão boas quanto em O Vingador do Futuro (composta no mesmo ano). O tema de quatro notas que conduz a trilha (e que é ouvido novamente em Star Trek: First Contact) torna-se um tanto repetitivo, entretanto o tema principal, o de Alexander Courage e o dos Klingons são utilizados de forma econômica e efetiva. Mesmo com a desnecessária faixa do grupo Hiroshima, a trilha de A Fronteira Final é muito boa.

Jornada nas Estrelas VI: A Terra Desconhecida (Cliff Eidelman, 1991, MCA) - Em 1981, quando o orçamento apertado de Wrath of Khan não permitiu a contratação de Jerry Goldsmith para compor a trilha, Nicholas Meyer resolveu apostar em um compositor desconhecido, James Horner. O resto é história. Dez anos depois, quando Meyer retornou à franchise para dirigir The Undiscovered Country, lhe veio à mente a suíte de Gustav Holst "Os Planetas", que já servira de inspiração a muitas trilhas de ficção-científica. Com Holst na cabeça, o diretor resolveu arriscar mais uma vez, dando uma chance ao novato e praticamente desconhecido Cliff Eidelman. O jovem compositor, além de Holst, também deu à música um toque de Stravinsky ("O Pássaro de Fogo"), e como resultado, recebemos a trilha mais sombria de Star Trek, e uma das melhores de toda a série (do mesmo modo que o filme em si). Desde a abertura, a música é acompanhada por um sinistro coral masculino, que ao longo do filme ajuda a aprofundar o clima de mistério e conspiração. O ameaçador e urgente tema de seis notas, que representa os Klingons (e a Ave de Rapina, capaz de disparar mesmo estando invisível), é muito eficaz, pois toda as vezes em que as seis notas iniciam seu ciclo, sabemos que os vilões estão ocultos, por perto. Aliás, o tema Klingon de Eidelman rompe totalmente com o padrão Goldsmith, e ainda assim encaixa-se perfeitamente na trama. Quando a Enterprise "solta as amarras", o som é exuberante e melódico (como normalmente é, em todas as cenas da série em que a nave sai das docas). A fuga do mundo-prisão Klingon é musicada de forma muito dramática, notadamente  durante as tomadas aéreas filmadas nas geleiras. A música para a cena da batalha, já no final do filme, quando a Enterprise e a Excelsior destróem a Ave de Rapina de Chang, é continuamente impressionante. Aliás, talvez o melhor momento do filme seja quando Kirk cerra seu punho e finalmente ordena "Fogo" (quem não adora essa cena?) e a Ave de Rapina explode em pedacinhos (imagem reutilizada sem escrúpulos em Star Trek: Generations), acompanhada pela trilha sonora exuberante. Nos créditos finais, todos os grandes temas da trilha são perfeitamente combinados. Definitivamente, um trabalho que merece um maior reconhecimento não apenas entre as trilhas Trek, mas entre as trilhas sonoras de um modo geral.

Jornada nas Estrelas: A Nova Geração (Dennis McCarthy, 1994, GNP) - Espremido entre Star Trek VI e First Contact, este score ficou perdido na transitoriedade entre os filmes com o elenco da série clássica e os da nova geração. Foi a primeira (e a última, até agora) tentativa dos produtores de usar um compositor das séries de TV ao invés de um compositor eminentemente cinematográfico. O resultado é uma trilha que possui todos os elementos de um score Trek (desculpem o trocadilho...) - uma grande orquestra, a fanfarra do tema televisivo de Alexander Courage, e um coral completo - mas ao mesmo tempo, mantém suas raízes na TV. A música escrita rapidamente para os episódios da Next Generation obedecia a certas regras ditadas pelos produtores (que incluíam limitação temática e ênfase em ambientação, no lugar de faixas individuais marcantes). A música de Star Trek: Generations, em que pese sua maior variedade harmônica e temática, soa mais como  uma trilha de televisão expandida do que uma obra feita para o cinema. Este é o sentimento que persiste, mesmo considerando que McCarthy empregou uma orquestra de 95 instrumentos e um coral. A música para os créditos iniciais é baixa e quase sem melodia, um contraste enorme com as barulhentas fanfarras que abençoaram as aberturas dos outros filmes. O final da faixa, contudo, apresenta um dos pontos altos deste trabalho. Enquanto a garrafa de champanhe se quebra no casco da recém-lançada Enterprise-B, McCarthy apresenta uma das mais provocantes versões do tema original de Courage. Outros bons momentos musicais são o emotivo encontro de Picard com a família que ele nunca teve, no interior do Nexus, e o final, quando a partitura empurra as naves da Federação para a velocidade de dobra.

Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato (Jerry Goldsmith & Joel Goldsmith, 1996, GNP) - Este CD da GNP Crescendo foi muito aguardado, em virtude do grande sucesso do filme (e da música nele ouvida) e também por causa de sua porção multimídia. Após experiências com outros compositores nas produções anteriores, o veterano Jerry Goldsmith, dividindo os créditos com seu filho Joel, retornou à série com seus temas característicos. O tema de First Contact é lento, belo e sombrio, algo novo na série, a pedido do diretor estreante Jonathan Frakes. Seu uso no final - quando os Vulcanos pousam na Terra - é fabuloso. O uso do tema Klingon nas aparições de Worf agradou em cheio aos entusiastas da música Trek. Nos créditos finais, Goldsmith retorna ao tema de Star Trek V, combinando a fanfarra de Courage com o tema de Star Trek: The Motion Picture, antes de passar aos temas de First Contact. Também há faixas metálicas e ameaçadoras para os invasores Borg, algumas compostas por Joel Goldsmith. E é ele quem sai prejudicado na edição em CD, já que uma grande parte da música de Joel simplesmente ficou de fora do álbum. A perda maior é a faixa que acompanha toda a seqüência do vôo da espaçonave Phoenix, quase ao final do filme e que inclui o confronto entre Picard e a Rainha Borg. Simplesmente, e inexplicavelmente, um dos melhores momentos do score não está no disco! Em troca, foram incluídos dois rocks clássicos, um do Steppenwolf e outro de Roy Orbison, que são facilmente disponíveis em CD. A grande música perdida de Joel Goldsmith, infelizmente, vai ter de esperar por uma futura (e improvável)  reedição expandida da trilha.

Jornada nas Estrelas: Insurreição (Jerry Goldsmith, 1998, GNP) - Este nono exemplar da série marcou mais um trabalho de Jerry Goldsmith, o mais prolífico compositor de Jornada nas Estrelas, autor das trilhas de Star Trek: The Motion Picture, Star Trek V: The Final Frontier, Star Trek: First Contact, Insurrection, o novo Nemesis e os temas das séries de TV Star Trek: The Next Generation e Star Trek: Voyager. Neste trabalho, o afetuoso tema de abertura é uma espécie de canção de ninar, representando o povo B´aku, e dá o tom da partitura, em linhas gerais mais romântica que as outras escritas pelo compositor para a franchise (de modo a refletir o interesse romântico de Picard e a paisagem idílica do planeta). Goldsmith utiliza seu conhecido tema nos títulos finais de Insurrection, novamente em conjunção com o tema original da série clássica composto por Alexander Courage (que já há algum tempo trabalha em parceria com Goldsmitn, na orquestração das trilhas). A versão em CD, outro lançamento da GNP Crescendo, é mais curta que a de First Contact, e não possui seção multimídia. Mesmo tendo méritos, é o trabalho mais fraco de Goldsmith para a série, e em nossa avaliação acabou empatando com The Search for Spock, de James Horner.

Nêmesis (Jerry Goldsmith, 2002, Varèse Sarabande) - Divulgado desde o início de sua produção como a jornada final da Nova Geração, este décimo longa-metragem pode marcar a última da franquia, graças a seu fracasso de público e crítica. E mesmo que haja outras, acredito que com este trabalho Goldsmith despediu-se de Jornada nas Estrelas nos deixando com saudades de outras partituras suas indiscutivelmente bem melhores que esta. Porque A característica maior deste score, ambiental e sombrio, é basear-se na reutilização pouco inspirada de temas dos filmes da série para os quais o maestro já colaborou. Há o agravante de não ter sido criado nenhum tema novo de destaque, fato que não ocorreu nem mesmo no medíocre Insurreição. A faixa de abertura inicia com a conhecida fanfarra de Alexander Courage (em uma interpretação mais intensa), seguida de um motivo de caráter militar, percussivo e ameaçador, mas que dificilmente marcará o ouvinte. Assim como o tema klingon de O Filme foi usado anteriormente pelo compositor como o tema de Worf, ele agora utiliza o tema de A Fronteira Final ouvido pela primeira vez em “The Barrier” (e melhor desenvolvido em “A Busy Man”), como tema do andróide Data e de sua réplica, B-4. De fato este tema já havia aparecido, em menor escala, em Primeiro Contato e Insurreição. Em “Ideals” temos o que mais se aproxima do tema principal do score, uma atraente e nostálgica melodia derivada do tema ouvido nos “main titles”. As coisas começam a ficar mais movimentadas a partir da metade do CD. Considerada por muitos o ponto alto do score, “The Scorpion” lembra em seu início O Vingador do Futuro, onde a orquestra fornece uma interpretação vigorosa, e ao final o conhecido tema de O Filme faz uma rara (e eficaz) aparição fora dos “End Titles”. “Final Flight”, a composição de maior apelo dramático, é ouvida no passeio espacial de Data e durante o confronto final entre o capitão Picard e o vilão Shinzon. A trilha conclui com “A New Ending”, onde após ouvirmos trechos de “Blue Skies, de Irving Berlin, temos a fanfarra de Courage e o tema de Goldsmith para O Filme em versões mais lentas e, porque não dizer, épicas. Após, volta o motivo ouvido primeiramente em “Ideals”, que por ser uma melodia triste resulta em um encerramento pouco memorável para a partitura. Mas que, apesar dos pesares, ainda consegue sair-se melhor, em nossa avaliação, que a de Insurreição. É a primeira trilha sonora de Jornada nas Estrelas também disponível no novo formato SACD (Super Audio CD).

Confira, então, o ranking das trilhas de Jornada nas Estrelas:


As melhores trilhas de STAR TREK
    Cotação:

    ***** - Ótima
    **** - Muito boa
    *** - Boa
    ** - Regular
    * - Fraca

     
    1. Star Trek: The Motion Picture (O filme) *****
    2. Star Trek VI: The Undiscovered Country (A Terra Desconhecida) ****½
    3. Star Trek II: The Wrath of Khan (A Ira de Khan) ****½
    4. Star Trek V: The Final Frontier (A Fronteira Final) ****
    5. Star Trek: First Contact (O Primeiro Contato) ***½
    6. Star Trek: Generations (A Nova Geração) ***
    7. Star Trek: Nemesis (Nêmesis) ***
    8. Star Trek III: The Search for Spock (À Procura de Spock) **½
    9. Star Trek: Insurrection (Insurreição) **
    10. Star Trek IV: The Voyage Home (A Volta para Casa) *½

Jorge Saldanha

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